O PODER DA ORAÇÃO
PARA RESTAURAR A FAMÍLIA
“e tudo que pedirdes em oração, crendo, recebereis” Mateus 21:22
A família é um plano de Deus para a vida do homem, que não foi criado para viver sozinho. Tudo o que Deus cria tem o propósito de nos abençoar e nos fortalecer em nossa jornada da fé, e a família não é diferente.
A família é uma benção em nossas vidas porque ela foi criada para nos fornecer apoio nos momentos da dificuldade, pois a Bíblia nos ensina que o ‘cordão de três dobras’ é mais difícil de ser quebrado. Significa que, uma família que permanece unida em amor, não pode ser dividida ou enfraquecida.
Vejamos alguns vilões da vida moderna que atacam diretamente as famílias:
Orgulho: Quando não pedimos perdão, ou perdoamos, por amor.
Ciúmes: Insegurança no relacionamento e falta de confiança
Dinheiro: O dinheiro é uma ferramenta para nos ajudar, e não nos dominar.
Tempo: Deve ser administrado para que a família não seja prejudicada e outras coisas, como: excesso de trabalho, televisão e internet não roubem o precioso momento da família se reunir e conversar.
ATENÇÃO! A única maneira de salvar nossas famílias é através da ORAÇÃO, pois de maneira consciente todos nós sabemos o que prejudica a família, mas então porque não conseguimos agir de acordo para termos felicidade e paz nos lares? Porque não basta saber, temos que AGIR e vencer barreiras espirituais malignas através do PODER DA ORAÇÃO.
Lute por sua família, não se entregue! DEUS TEM PODER PARA RESTAURAR O SEU LAR, mas depende somente de você deixá-lo entrar em seu lar e em seu coração.
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo” Apocalipse 3:20
fonte: http://amigosdejesus.com.br
Alexsandro Tamari Martins/
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CINCO MANEIRAS
DE AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA
DE AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA
1º - Diante das menores dificuldades, tais como, indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá aos cultos. Com isso seu filho vai crescer com a idéia de que frequentar as reuniões não é assim tão necessário.
"... e considerem-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia." Hebreus 10:24,25
2º - Quando estiver à mesa ou reuniões da família, faça comentários ou críticas ao ensino do pastor ou líderes. Com isso seu filho crescerá não tendo respeito por eles, nem dando créditos aos seus ensinos.
"Ora, rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obras. Tende paz entre vós". I Tessalonicenses 5:12,13
3º - Cuide para que seu filho cresça num lar que não seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em aplicar princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar.
"E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te." Deuteronômino 6:6,7
4º - Gaste diante da TV todo seu tempo que passa em casa, ao invés de separar parte dele para a leitura da Bíblia e oração. Basta apenas orar na hora das refeições. Com certeza seu filho aprenderá que, orar e estudar a palavra de Deus não tem nenhum valor pra você.
"E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus, e a guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, a fim de os cumprir.." Deuteronômino 17:19
5º - Comente à vontade a vida dos outros membros da igreja, depois ao encontrá-los na igreja, apresse - se a cumprimentá-los com um largo sorriso. Com isso seu filho terá a impressão de que a vida cristã é pura hipocrisia e não desejará seguir o mesmo caminho.
"...que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens". Tito 3:2
Incentive seu filho a participar sempre das reuniões, para com isso vir a receber a palavra de Deus.
" Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando e nvelhecer não se desviará dele". Provérbios 22:6
(Autor: Norberto Carlos Marquardt)
Fonte:Internet
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SENSO DE JUSTIÇA
"Se alguém fizer pastar o seu animal num campo ou numa vinha e o largar para comer em campo de outrem, pagará com o melhor do seu próprio campo e o melhor da sua própria vinha." (Êxodo 22:5 ARA)
Os dias em que vivemos trazem consigo um senso de justiça bastante diferente do que a Bíblia ensina e este versículo é um bom exemplo disso. Mesmo a palavra 'justiça' perdeu muito do seu sentido real. Resolver algum assunto na justiça (tribunais) é praticamente sinônimo de não ter prazo para resolver, não ter certeza de que o correto realmente será decidido e para piorar, dificilmente vai reparar o dano.
Nós que temos acesso e conhecimento da Palavra de Deus temos de ter um senso de justiça acima da média, focado e balizado pelo coração de Deus. No meu conceito, justo é algo fácil de entender: não é frouxo nem apertado. Se eu tirar proveito da situação de alguém, estou apertando e não é justo. Nisso sou radical e creio francamente que é assim que devemos ser, pois praticar injustiça é uma forma de mentira e isso é algo inaceitável. Devemos amar a verdade e com ela fundamentar nossos atos, pensamentos e decisões, especialmente quando isso envolver outras pessoas. Isso é senso de justiça.
Note que o versículo ensina a reparar um dano com o melhor que tiver. Imagine na nossa cultura de hoje alguém dando um pedaço do seu próprio carro para reparar o de outro por ter causado dano. É uma raridade, não me lembro de ter visto acontecer. Mas é o ensino. Com todo cuidado que tomamos, ainda corremos risco de causar prejuízo ou dano para as pessoas, portanto o senso de justiça precisa existir. Ninguém está vacinado contra dissabores nesta correria que chamamos de vida.
Sejamos jovens ou velhos, ricos ou pobres, devemos ter sempre em mente que tudo que fizermos contra nosso semelhante é agressivo contra Deus e precisa ser reparado. Eu ainda tenho muito o que aprender quando se trata de amar meus inimigos. Mas creio no meu Deus que me fará crescer muito ainda para que possa vencer este desafio. Nisso também, quero ter senso de justiça.
"Senhor, Te dou graças por ter a oportunidade de aprender contigo que tudo que faço tem consequencias e que se alguma delas prejudicar meu irmão, deverei reparar com meu melhor."
Mário Fernandez
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CASAMENTO DE SANDRA XAVIER E TIAGO
CARTÓRIO EM SÃO CRISTÓVÃO
DIA 20/07/11




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Caroline Celico assina com gravadora e diz:
"Não quero me lançar como cantora"
Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, ela afirma: “minha prioridade é o Kaká, a família”.
Caroline Celico, mulher do jogador de futebol Kaká, assinou contrato com a gravadora Universal e seus CD e DVD começam a ser vendidos no dia 19 de julho, informou a colunista Mônica Bergamo do jornal “Folha de S. Paulo” desta sexta-feira (15).
“Minha prioridade é o Kaká, a família. Se a gente tiver que se mudar amanhã, vou correr para fazer as malas. Não quero me lançar como cantora”, afirmou Caroline à publicação, dizendo ainda que não pensa em fazer shows.
Sobre a saída da igreja Renascer, ela disse: "Foram por muitos motivos, mas não vou citar. Isso é uma coisa minha."
Caroline falou que a possibilidade de a família voltar a morar no Brasil deve acontecer no fim da carreira de Kaká e arriscou um palpite para o time em que ele poderia jogar. "O Kaká é são-paulino, né? Eu sou são-paulina porque o meu pai fala. A gente gosta. Acho então que o São Paulo seria uma ótima opção."
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JANTAR DE CASAIS 1987
DUETO ADONILDA E ROSANE

PALESTRA DC. PAULO

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Estudo mostra que televisão
limita o diálogo entre mães e filhos
limita o diálogo entre mães e filhos
Crianças de pouca idade, expostas à televisão e vídeos em lares de baixos níveis socioeconômicos são propensas a manter limitadas interações verbais com suas mães, segundo um estudo-pesquisa publicado hoje na revista "Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine" (Arquivos de Medicina Pediátrica e Adolescente). "A televisão educativa não é uma solução", afirmou Alan Mendelsohn, diretor de investigação clínica no Departamento de Pediatria da Escola de Medicina, na Universidade de Nova Iorque.
Quando o televisor está ligado em qualquer tipo de programa, ou enquanto está passando um vídeo, o contato verbal entre pais e filhos menores é limitado, determinou o estudo.
A pesquisa apontou, por outro lado, que quando se trata de programas educativos, acompanhados conjuntamente pela mãe e seus filhos, a interação entre eles tende a aumentar um pouco. A mesma pesquisa assinalou, entretanto, que tal programação de TV, chamada educativa, não promove, por si só, situações em que pais e filhos assistam juntos à televisão, de modo que não contribui efetivamente para a desejada interação verbal. O que ocorre, com freqüência, é que a mãe liga a televisão para que as crianças se entretenham com os programas educativos, enquanto ela se ocupa de outras tarefas da casa, assinalaram os especialistas no assunto. "Nossas conclusões são especialmente significativas, uma vez que as interações entre pais e filhos apresentam inúmeras e enormes ramificações para o desenvolvimento infantil, que deveria se dar mais cedo, assim como para o progresso escolar e seu êxito durante a adolescência", pontuou Mendelsohn. Devido a estas conclusões, o estudo sustenta a recomendação da Academia Estadunidense de Pediatria para que não se permita a meninos e meninas menores de dois anos assistirem a qualquer tipo de programação televisiva. A Fundação Familiar Kaiser, em outro estudo-pesquisa, afirmou que 61 por cento das crianças abaixo de dois anos de idade estão expostas à televisão nos Estados Unidos. O estudo da Universidade de Nova Iorque indicou que 97 por cento das crianças de seis meses de idade já ficam expostas a programas televisivos ou radiofônicos, a duas horas por dia, em média. As conclusões deste trabalho também apresentam implicações para os médicos e demais pessoal qualificado em assistência da saúde, que trabalham junto a pais e mães de crianças pequenas, muitas das quais ficam expostas à televisão e aos vídeos, conforme afirmação de Mendelsohn. O mesmo estudo aconselhou aos pediatras e pessoal ligado à área médica no trabalho com as crianças, que recolham todo tipo de informação sobre este aspecto da vida de seus pacientes, com dados sobre o tempo de exposição aos meios-mídia e o tipo de programação em causa. Por outro lado, recomendou-se que enquanto houver probabilidade de que se mantenha tal tipo de exposição, os pais e mães permitam que seus filhos assistam somente a programas educativos, e mesmo assim só em caso de estar presente ou o pai ou a mãe dessas crianças. Mendelsohn insistiu em que os médicos pediatras deveriam incentivar os progenitores para que aumentem a sua interação verbal com seus filhos menores durante as atividades diárias, independentemente dos horários de exposição aos meios-mídia, como pode e deveria ocorrer durante as refeições, brincadeiras ou leituras. "O que nos preocupa é que pais e mães considerem os programas educativos somente como uma oportunidade para deixarem seus filhos frente ao televisor, em vez de se assentarem para assitir a esses programas em companhia deles, conversando com as crianças e com elas interagindo durante o programa", indicou Mendelsohn. "Uma audiência passiva de programas de televisão não conduz a uma interação entre a criança e sua mãe", determinou. Para maior informação, recomendamos que se consulte o documento oficial em: http://archpedi.ama-assn.org/cgi/content/full/159/7/614
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Por que a educação virou um negócio | ||
João Malheiro |
É com tristeza que recebemos, cada vez com maior frequência, a notícia do encerramento de mais um colégio, dito tradicional, nas principais capitais do país. Nos últimos anos, várias instituições de ensino, sofrendo economicamente com a diminuição da demanda, são forçadas a fechar suas portas, quase sempre após uma longa agonia.
Motivos para isto não faltam: perda da qualidade do ensino devido ao inevitável envelhecimento e saída de seus diretores, coordenadores e professores fundadores, em geral idealistas e de melhor qualidade; descuido na seleção e formação de novos professores, por motivos econômicos ou filosóficos; desorientação na missão da escola, deixando de lado o foco em seus princípios educacionais; visão distorcida por parte das famílias acerca do papel da escola na formação dos filhos; pressões materialistas destruindo os verdadeiros valores humanos; taxas de natalidade muito baixas; concorrência de outras instituições; e – sem pretensão de esgotar os motivos –, falta de atualização curricular, pedagógica e de avaliação.Como educador, porém, confesso que sinto muito mais desgosto e autêntica indignação quando observo organizações educativas, muitas delas com “aura de santidade”, ser impregnadas por finalidades apenas mercantilistas ou, o que é ainda mais lamentável, ser envenenadas por ideologias que, comprovadamente, seduzem para o mal ou deformam as consciências. Mas, perguntemo-nos: quem tem a culpa dessas deformações: a escola ou as famílias? A resposta mais correta me parece ser: nenhuma das duas, e sim o mau uso da liberdade individual de cada pessoa que constitui cada escola e cada família. O homem, ao examinar as próprias tendências e inclinações interiores, encontra algumas forças que o conduzem à plenitude do seu ser e outras que o desviam. O mesmo ocorre com os valores que encontra no ambiente em que vive. Muitas vezes, sentirá dúvidas sobre se determinada atitude o conduzirá a essa realização. Em outras, perceberá claramente, através da própria frustração ou remorso, que errou. Em ambas as situações, portanto, deverá buscar honestamente a verdade em fontes seguras e sentir-se responsável por formar corretamente a própria consciência. Quando se omite deste grave dever, além de estar se desviando do caminho que o levará à felicidade, estará influindo nas decisões de outros que virão atrás. Na maioria das vezes, as pessoas mais velhas não são conscientes de que alimentam comportamentos éticos (ou antiéticos) dos mais novos. O “modus vivendi” de um pai, professor, chefe é o que formará ou deformará a consciência dos seus pupilos e subordinados. A pessoa individual sempre se alimenta do ethos herdado (moralidade tradicional), e por sua vez o ethos cresce pela qualidade moral desenvolvida em cada individuo. É por isso que a comunidade de indivíduos é co-responsável pela manutenção do seu ethos, pela sua queda ou pelo seu crescimento. Esta corresponsabilidade parte da moral do indivíduo, que influencia a da família, e em seguida a dos grupos sociais mais afastados: escola e local de trabalho, até alcançar a cultura como um todo. Se visualizarmos este processo como uma dinâmica circular, deduziremos que pode ser um movimento circular ascendente – quando todos individualmente estão buscando honestamente a verdade, enriquecendo o ethos – como também descendente – quando todos, por ignorância ou por malícia, a desprezam. Sou da opinião de que aquilo que provoca o “terremoto educacional” de nossas escolas é um autêntico movimento circular descendente do ethos em que vivemos. Se fizermos um rastreamento histórico, como já foi feito pelo filósofo MacIntyre em sua obra After Virtue (Depois da Virtude), detectaremos que em poucos momentos da história se chegou a tanta desordem moral. Segundo o autor, a sociedade, ao desprezar a busca pela verdade, acreditando que é impossível recorrer a razões objetivas para justificar princípios éticos universais, caiu no emotivismo, que é instituir o reinado do irracional, do material, do hedonismo. A educação tornou-se, consequentemente, um espaço não tanto para desenvolver as potencialidades racionais, volitivas e afetivas, que facilitem o pleno desenvolvimento do ser humano, com o fomento de seus valores naturais e aprendizado das virtudes éticas, mas um meio para galgar patamares sociais cada vez mais altos e lucrativos. Pressionados por esta mentira, numa verdadeira espiral para baixo, pais, professores e alunos começaram a buscar nos centros de ensino somente aquilo que lhes proporcionasse esses objetivos: apenas uma boa formação acadêmica, que lhes desse uma oportunidade de trabalho interessante para depois poder alcançar o máximo prazer possível com o mínimo esforço. A formação do ser humano foi suplantada pela formação do “ter” e pelo mostrar que se tem. A felicidade ansiada foi também substituída pela depressão, vazio existencial e egoísmo solitário. Obviamente, dentro dos próprios mecanismos de mercado, as escolas que possuíam a missão de formar integralmente a pessoa humana começaram a ser desprestigiadas. Por outro lado, as que começavam a dar bons “retornos econômicos” eram reconhecidas como as melhores. Os donos de escola, envolvidos e arrastados também nessa corrente circular cobiçosa, aos poucos foram esquecendo o papel do verdadeiro educador e se deixaram seduzir pelo negócio que dá mais dinheiro. Sua missão foi desfigurada. Sua responsabilidade por tornar o ethos atual negativo também cresceu. Agora, a pergunta que os leitores devem estar se fazendo é a seguinte: é possível transformar a escola num bom negócio, e ao mesmo tempo cumprir sua missão? A resposta dependerá, como dizíamos anteriormente, de cada cidadão sentir-se corresponsável pelo bem comum. Para isto, acredito que nós educadores, e todos os transformadores sociais que também influem muito diretamente no nível alto do ethos social, têm um papel dobrado de contribuir para que o movimento circular deixe de ser descendente e volte a ascender, pois somos nós que semeamos bondade, beleza, verdade e liberdade em todos os que nos escutam.
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O desequilíbrio nas finanças tem sido fonte de grandes conflitos, angústias e estresses pessoais e familiares. Normalmente o problema não é porque ganhamos bem ou mal, pouco ou muito, mas porque administramos mal ou gastamos inadequadamente o pouco ou o muito.
Também, o descontrole financeiro pode ser gerado por desemprego, enfermidade e calamidade inesperados. Não tenhamos medo de dizer que estamos em dificuldade financeira. Normalmente tememos enfrentar a raiva do cônjuge, ficar desacreditados diante da família e amigos, ouvir: “eu não te disse?”, ter que admitir descontrole e pedir desculpas.
Reconhecermos a dificuldade e a encararmos seriamente é o primeiro passo para a recuperação. Fingirmos que ela não existe é tremendamente danoso (Pv. 13.7).
Confiemos em Deus, busquemos dEle a solução e façamos a nossa parte (Pv. 3.5-6, Pv. 10.22, Pv. 11.28). Existem alguns princípios que nos ajudam a manter em ordem nossas finanças:
1. VIVER DE ACORDO COM A RENDA
Vivamos de acordo com a nossa renda. Compatibilizemos nosso padrão de vida com o nível de nossa remuneração. Vivamos, se for preciso, com simplicidade e modéstia, mas com tranqüilidade. Podemos ser felizes, tendo o que necessitamos, mesmo não tendo tudo que gostaríamos. Aliás, ninguém tem tudo que quer. Programemo-nos a gastar menos do que ganhamos (80%). O controle das finanças deve estar com o cônjuge que tiver mais serenidade, bom senso e sabedoria para fazê-lo (Ec. 5.11, Ec. 7.11-12, Pv. 30.7-9).
2. PREPARAR E VIVER DENTRO DE UM ORÇAMENTO
Acostumemos a fazer um orçamento mensal e o compartilhemos com todos os “gastadores” da casa. Anote todas as despesas. Todos precisam saber os limites financeiros do lar. Envolvamos os nossos queridos na campanha de contenção de gastos. Deles podem vir, surpreendentemente, idéias criativas para a busca do equilíbrio financeiro. (Pv 24.27)
3. CONTROLAR COMPULSÃO DE COMPRAR
Controlemos nossa compulsão para comprar, comprar. Não nos deixemos dominar pelas “novidades”, “liquidações”, “promoções” lançadas pelo marketing. A mídia é craque em criar necessidades que não são tão necessárias.Não inventemos desculpas ou álibis para atender ao impulso de comprar, argumentando que vamos ser mais felizes, vamos ter mais conforto, vamos conseguir pagar em longo prazo, que vai aparecer um dinheiro novo que ajudará etc. Desenvolvamos o sentimento antimarketing: quando formos tentados a comprar algo que podemos ficar sem, lembremos-nos do mais precioso bem que queremos adquirir: o equilíbrio financeiro (Ec. 5.10, Pv. 21.26).
4. CUIDADOS NO SUPERMERCADO
Tomemos algumas providências ao irmos ao supermercado (que corresponde de 15% a 25% do orçamento): a) providenciemos antes uma lista das coisas que necessitamos e procuremos nos ater a ela; b) alimentemo-nos bem antes de irmos para não sermos induzidos a levar mais do que precisamos e supérfluos; c) evitemos levar crianças, a pressão é maior; d) tenhamos em mente ou anotada uma lista de alguns preços de outros concorrentes, e) olhemos os produtos que estão embaixo na prateleira (costumam ser mais baratos) e não só os na altura dos olhos; f) não dividamos em mais de uma vez as compras de alimentação. (Pv. 21.20)
5. PADRÃO DE VIDA POSSÍVEL
Organizemos nossa vida e hábitos em função de nossas possibilidades e não em função de nossos amigos, parentes ou vizinhos. Alguns deles podem ter padrões e estilos de vida que exigem mais recursos do que temos. Não dá para acompanhá-los em tudo. Não dá para ter tudo o que eles têm. Muitos lares simples, mas felizes, têm servido de abrigo e consolo para muitos de casas abastadas, mas infelizes (Pv. 17.1). Controlemos nossa cobiça, vaidade, inveja dos outros, não permitindo que elas nos controlem, nos façam desejar mais do que podemos e nos impeçam de nos contentarmos com o que temos ou podemos ter (Pv.28.22, I Tm 6.8, Ec.4.4, Pv. 27.4).
6. DESPESAS DO MÊS COM O SALÁRIO DO PRÓPRIO MÊS
Esforcemo-nos para usar o salário do mês no pagamento das despesas do próprio mês. Só assim se pode dizer que há equilíbrio financeiro. Os cartões de crédito e cheques especiais proporcionam a mágica de consumirmos no mês o salário do mês seguinte. Gastamos antes de receber. A busca do equilíbrio financeiro geralmente começa livrando-nos ou limitando o uso desses malfadados recursos de “crédito” de juros extorsivos, principalmente do cheque especial. Ao usarmos o cartão de crédito precisamos ter a certeza de que teremos o recurso para pagar a fatura total no dia do vencimento.
7. 13º PARA ACERTAR AS CONTAS
Usemos o nosso 13o salário prioritariamente para pagar dívidas e para zerar o saldo devedor do cheque especial e do cartão de crédito. Se sobrar algo, reservemos para pagar o IPTU, IPVA e matrículas escolares, que vencem em janeiro. Se ainda sobrar, guardemos, poupemos. Não o usemos em mais consumo.
8. ECONIMIZAR TUDO QUE É POSSÍVEL
Aprendamos a economizar luz, água, gás, telefone fixo ou celular e combustível. Conversemos com a turma de casa e a conscientizemos quanto à necessidade da economia financeira e da preservação ambiental. Disciplinemo-nos quanto ao tempo de uso do chuveiro (25% do custo da energia elétrica), dos equipamentos elétricos, da água e do telefone. Não tem como deixar de gastar, mas pode-se evitar desperdiçar. Coloquemos o vencimento destes serviços após o dia do recebimento de nosso salário para que não atrasemos seu pagamento.
9. CUIDADO COM AS PEQUENAS DESPESAS
Registremos e controlemos as pequenas despesas que fazemos no dia-a-dia e que no final do mês resultam num valor significativo: compra de pão e leite, passagem de ônibus, locações de dvds, gorjetas, lanches, cafezinhos, flanelinhas, jornais, revistas, livros, remédios, especialmente os gastos que não estiverem previstos no orçamento.
10. EVITAR OS SUPÉRFLUOS
Evitemos os supérfluos quando não nos são possíveis.No aperto financeiro, jantar fora significa, no quintal. Existem formas ótimas e baratas de lazer. Mesmo sem muito dinheiro podemos nos divertir e deixar nossos queridos felizes. Podemos lanchar com a turminha em casa e ir ao shopping para tomar só sorvete. Podemos passear e levar de casa tudo que pudermos para o lanche. Usemos nossa criatividade para sermos felizes sem falirmos.
11. ECONÔMICOS, NÃO SOVINAS
Sejamos econômicos sem sermos sovinas. Mesquinhez é quando podemos dar o melhor e damos o inferior. Ser econômico é dar o melhor dentro das nossas possibilidades. Também, não sejamos extravagantes, exibicionistas, querendo possuir, aparentar ou oferecer algo acima de nossa realidade financeira.
12. PROCURAR O MELHOR PREÇO
Não tenhamos constrangimento de pechinchar, de pedir desconto, de buscar o menor preço, de comparar preços. O preço do mesmo produto é estranhamente diferente de um lugar para outro. Não tenhamos preguiça de andar. O acomodado sempre paga mais.
13. REEDUZIR AS DESPESAS QUE FOREM POSSÍVEIS
Reduzamos as despesas que forem possíveis. Certas despesas são inevitáveis. No entanto, algumas podem até ser diminuídas. Podemos, por exemplo, buscar um aluguel mais barato, uma escola dos filhos mais em conta. Também não é vergonha termos filhos estudando em escola pública. Quanto à alimentação, devemos buscar cardápios alternativos, ricos em nutrientes e de menor custo.Não é preciso racionar, mas racionalizar o gasto de tudo que gera despesas em casa. Uma mulher sábia (e raros homens) faz milagres econômicos na cozinha (Prov. 31, Pv. 18.9).
14. BUSCAR OUTRAS FONTES DE RENDA
Busquemos fontes alternativas de rendas. O que podemos fazer para gerar receita?Que habilidades ou facilidades temos para produzir algo que traga algum retorno financeiro? E a esposa? E a garotada adolescente, será que não está na hora deles buscarem uma atividade que gere alguma renda, sem prejudicar seus estudos? Com criatividade e disposição para o trabalho podemos descobrir alternativas que nem imaginávamos e que podem vir a ser uma bênção (Pv. 28.19-20). Mas cuidado com os programas de ganhos fáceis e rápidos, podem ser um transtorno no final (Pv. 13.11).
15. RENEGOCIAR BEM A DÍVIDA
Busquemos refinanciamento com juros menores, prazos maiores e parcelas dentro de nossa capacidade de pagar para quitarmos dívidas cujos juros são maiores (como cheque especial e cartão de crédito) e nos disciplinemos para não cairmos de novo neles. Evitemos agiotas e só peguemos emprestado de parentes e amigos se estes nos oferecerem e se tivermos convicção de que vamos pagar nos dias marcados (sem atraso). Aliás, só é considerado dívida aquilo que venceu e não foi pago. Antes do vencimento é compromisso. (At. 24.16, Rm 3.8, Prov. 3.28).
16. LIVRAR-SE DE ATIVOS RUINS
Livremo-nos dos ativos ruins, isto é, bens que geram despesas, como casa de campo, títulos de clubes, dois carros, bens (móveis, equipamentos, instrumentos, livros etc.) que não estão sendo mais usados e que podem ser vendidos.
17. QUITAR PRIMEIRO AS DÍVIDAS PERIGOSAS
Ao quitarmos nossas dívidas priorizemos as que trazem maiores penalidades (despejo, cortes de fornecimento do serviço, ação judicial, multas e juros mais pesados, cobradores, inscrição no SERASA e SPC etc.) e que maculam nosso nome e caráter. Na medida do possível, mantenhamos nossos credores sempre informados de nossa dificuldade momentânea e de nossa disposição de honrar o pagamento (Mat. 18.23-35).
18. DAR O DÍZIMO E SER GENEROSO
Se somos cristãos, não deixemos de dar o dízimo e de sermos generosos. Dizimemos sob tudo que efetivamente recebemos ou lucramos. É nas dificuldades que a fidelidade do cristão é provada. Nenhum cristão melhora sua vida financeira e espiritual cortando o dízimo. Não damos o dízimo para que nossas finanças melhorem, mas para sermos fiéis ao Senhor. No entanto, a resposta de Deus e o equilíbrio financeiro serão inevitáveis (Pv. 3.9-10, Mal.3.10). Experimentemos também a bênção de dar aos necessitados, mesmo estando em necessidade (Pv. 28.27, Pv. 29.7, Pv. 19.17, Pv. 11.25)
19. CUIDADO COM BANCO
Sejamos clientes de um Banco só já que não é possível não ser de nenhum. Verifiquemos se outro Banco cobra tarifas e juros menores e oferece serviços e vantagens melhores e mudemos. Tenhamos uma boa relação com o gerente, mas tomemos cuidado com os seus conselhos.
20. INSS: SEMPRE
Jamais deixemos de contribuir para a previdência social (INSS). Ela ainda é a garantia para a aposentadoria, para um auxílio na doença e na invalidez permanente. Se for possível ter uma previdência privada, melhor ainda. Se, ainda, um seguro de vida, ótimo. Se um pequeno auxílio funeral, um descanso para os parentes que ficam. Se couber um plano de saúde, ainda que limitado, bom. Se não, paciência. É imprescindível, no entanto, haver lugar no orçamento para a previdência social, principalmente quando se é autônomo ou quando se está numa atividade de relação de emprego não formal.
Walmir Vieira
Sermão:Como enfrentar dificuldades financeiras. João 6.1-151. Ver, reconhecer e assumir a dificuldade.200 denários – 5.000 pessoas2. Organizar e avaliar a situaçãoGrupos de 50 e 100 – organizar.3. Buscar alternativa para melhorar a renda“Dai-lhes vós de comer” – Os discípulos oram buscar saídas4. Reduzir custos, economizar e poupar- mandou recolher o que sobrou para não haver desperdício5. Aproveitar as oportunidades que lhe são apresentadas“pegue o pão”6.Submeta mesmo o seu pouco ao Senhor e seja grato.“abençoou” e “deu graças”
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CONGRESSO DA FAMÍLIA
DOMINGO NOITE
22/05/11
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.MOMENTO DE RENOVAÇÃO DE VOTOS
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CONGRESSO DA FAMÍLIA
DOMINGO MANHÃ
22/05/11




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CONGRESSO DA FAMÍLIA
SÁBADO NOITE
21/05/11























